domingo, 19 de agosto de 2012

Brigadeiro de Guinness

Um domingo é da Cerveja, o outro é do Rock!

Nobres leitores, esses dias estava zapeando o facebook e dei de cara com uma receita de brigadeiro de cerveja (mérito da amiga Linn Alencar):


Olhei pra Vanessa e fiz a pergunta: temos leite condensado em casa?? (obs: não havia nenhuma dúvida quanto à manteiga e à cerveja. Isso sempre, sempre, sempre tem).

Por sorte, tinha uma caixinha de Leite Moça no armário. Ora, então fomos à luta. A pior coisa que poderia acontecer era perder uma lata de cerveja. 

Escolha da cerveja: como a ideia era fazer um doce, escolhi uma cerveja de estilo que costuma harmonizar bem com sobremesas: uma Stout. Seria ainda melhor se fosse uma Russian Imperial Stout, mais forte, mas eu não tive coragem de arriscar a garrafa de Petroleum que temos. Assim, a escolhida foi uma das cervejas que eu mais amo: a Guinness.


Primeira etapa: reduzir a Guinness. Como a latinha da Guinness é turbinada (440ml, ao invés dos tradicionais 350ml), separei um pouquinho em um copo para tomar e coloquei o restante em uma frigideira. Escolhi a frigideira por ter uma área maior, o que facilita a evaporação. Coloquei no fogão em fogo alto e fiquei mexendo para evitar a formação de crostas no fundo (nem sei se isso aconteceria, mas minha intuição mandou eu mexer - e eu mexi). Fiquei quase 20 minutos nessa etapa..


O resultado foi o esperado - a Guinness "encolheu" bastante. A foto abaixo mostra o resultado após a redução. Uma coisa interessante era o cheiro da cerveja fervendo - lembrou bastante o cheiro do mosto no processo de brassagem. Isso me lembrou que estou terrivelmente atrasado na aquisição de meu kit de fabricação de cervejas...... 


Depois veio a fase teoricamente fácil: juntar os ingredientes. Na minha cabeça, tudo ficaria muito simples a partir dessa parte, já que seria igual fazer brigadeiro tradicional. A diferença é que brigadeiro é leite condensado (uma pasta) mais chocolate em pó (um sólido moído). Dessa vez, no lugar do chocolate eu adicionei um copo de cerveja - mesmo reduzida, ainda era totalmente líquida. O resultado não foi bonito....


Não tinha opção: baixei o fogo até o mínimo, misturei tudo, puxei uma cadeira pra perto do fogão e comecei a mexer. E a gororoba continuava líquida......


Meio século depois (quase 40 minutos mexendo), cheguei a um ponto consistente. Acho até que deveria ter deixado um pouco menos, mas a parte da receita que diz que "até homens conseguem fazer" não é exatamente verdade.


Passamos tudo para uma tigela e colocamos na geladeira pra esfriar. Depois de esfriar, hora de comer!!!


O resultado é, no mínimo, interessante. O sabor começa doce (e bem gostoso). Depois, vem o amargor tradicional da Guinness, com muita clareza (ou seja, continua gostoso, apesar de mudar radicalmente). Não é uma sobremesa que apenas contém cerveja na receita - qualquer pessoa que conheça cervejas sabe que aquele brigadeiro está lupulado. A consistência era firme, mas não cremosa. Digamos que parecia a consistência de cajuzinho, e não de brigadeiro de colher. Talvez tenha ficado assim porque eu deixei tempo demais no fogo. 

Resumo da ópera: não é um doce que agradará a todos, mas sem dúvida fará sucesso em uma mesa de pessoas que curtam cervejas especiais. Creio que dá pra evoluir na técnica de preparação e na receita - fiquei tentado a testar com cervejas mais doces e alcoólicas, com menos amargor, como uma Dubbel ou Quadrubbel. Indo para outra linha, talvez uma Heineken resolvesse a situação, e com a vantagem do baixo custo. Quanto à consistência, acho que um pouco de creme de leite ajudaria a deixar o doce mais cremoso.

Finalizado o post, hora do jabá: agora temos uma Fan Page no Facebook!!!! Para curtir e acompanhar, clique AQUI

Próximo domingo: dia de rock!

Abraços

Ziriba (Cerveja e Rock)

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Goemon - 105 do Sudoeste, Brasília/DF

Pessoas,

como disse uma amiga esses dias, eu sou uma pessoa fiel aos restaurantes que gosto: volto sempre. Ela tem razão. Se em outros tempos achava o máximo a aventura de ir conhecer um restaurante novo sem ter nenhuma referência verdadeira sobre a comida e o serviço (leia-se: opinião de quem foi como cliente comum e pagou a conta), o que acarretava uma lista imensa de "já fui mas não conheço" (afinal, não digo que realmente conheço um restaurante visitado apenas 1 vez), atualmente prefiro voltar a algum que já me conquistou e explorar o cardápio. Enquanto isso, vou guardando as opiniões registradas nesses serviços de utilidade pública (leia-se blogs da cidade :-)), trocando idéias com amigos e, quando vou conhecer algo novo, a chance de jogar tempo e dinheiro fora é menor.

Por isso, volto tanto ao Goemon, um dos meus queridinhos da cidade (dentre outros, como Nossa Cozinha Bistro, Trio Gastronomia, Barbacoa , Places). Porém, ironicamente, hoje vou falar sobre um prato que eu não gostei: o Teppan Yaki de Frutos do Mar, por uns R$ 55,00.

O que faz o teppan yaki do Goemon ser tão querido lá em casa é que, além de gostoso e com preço justíssimo, é saudável! É composto de uma porção de arroz japonês, missoshiro, a carne que você escolher (salmão, lombo, filet, picanha, frutos do mar) e legumes fritos ou refogados (opção sempre escolhida por nós). Olha aí uma foto do de salmão, que custa uns R$ 45,00 e serve duas pessoas:


O de frutos do mar só vem com legumes fritos (não entendi o porquê). Mesmo assim a gente arriscou. De frutos do mar vieram lulas, camarões e salmão perfeitamente cozidos (ponto perfeito de cocção, né, Lulu?), bonitos e deliciosos. Os legumes fritos estavam bem fritinhos também, sequinhos e tals. Mas, no conjunto não funcionou. A comida ficou seca demais. E pesada. Não curtimos.


Então, fica a dica: se for de teppan yaki no Goemon, opte pelos mais baratos com legumes refogados e preserve a saúde física e financeira ;-)

Beijocas! Vanessa. 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Morar Mais Por Menos - Brasília!

Pessoas, 

eis que o blog recebe um convite para o coquetel de inauguração da exposição "Morar Mais Por Menos - O chique que cabe no bolso". Puxa, fiquei tão feliz! Gosto do assunto e logo imaginei que talvez o convite da Fato, Agência de Comunicação, tivesse vindo através de uma grande amiga arquiteta. Perguntei e ela se mostrou surpresa com a notícia. Fiquei mais feliz ainda. Bom, independentemente disso, nós já havíamos confirmado presença em outro evento (já já registro aqui) e, então, a nossa eventual colaboradora Andréia, minha amada irmã, foi lá conferir as novidades do Morar Mais por Menos e a segue o registro dela.

Morar Mais por menos

A noite do dia 13 de agosto de 2012 foi de decor, design, cores, elementos naturais, criatividade, sofisticação e espumante. Tudo isso, e mais, pode ser visto na amostra Morar Mais por Menos que tem por proposta central que a decoração de ambientes deve estar em harmonia com o meio-ambiente e com o bolso.

Os 39 ambientes compostos por arquitetos, designers de interiores e paisagistas seguem a idéia de “mais por menos”. A composição dos espaços é feita com madeiras de demolição, artesanatos da cidade, peças customizadas, objetos reutilizáveis e, claro, como não poderia deixar de ser, muito design e peças conceito.

O ambiente queridinho do Blog de Nós Dois foi o da arquiteta Karla Madrilis. Ela idealizou o quarto do rapaz e teve por inspiração o músico da cidade Felipe Bittencourt [www.bandasurfsessions.com.br]. A intenção é mostrar um jovem rapaz solteiro, independente financeiramente, mas que escolhe a comodidade da casa dos pais por prezar a convivência familiar. Nas palavras da arquiteta: “Mais brasiliense, impossível”.



O quarto é decorado com instrumentos musicais, prancha de surfe, revistas especializadas em música, artesanatos que remetem ao universo do reggae, ou seja, um retrato fiel do homenageado e, mais, apresenta ao público uma decoração viável, funcional e barata. Como o quarto fica no poente, uma parede de bambus foi montada para refrescar de maneira natural o ambiente. Barato, sustentável e lindo.

Chamamos atenção, também, para a cozinha da casa que foi planejada com móveis Bomtempo [http://www.moveisbomtempo.com.br/] e puxadores Casa Classe/Real Ferragens (que, não posso deixar de informar, são as lojas dos meus amados pais :)). Uma parede de folhas secas envernizadas e uma árvore de verdade deram charme ao ambiente, além de obedecer à essencialidade da amostra. O projeto foi assiando por Mayara Kassiê e Letícia Pires.



Outra composição muito interessante é a Casa da Artista, assinado por Juliane Moi. Tenho certeza de que a arquiteta se inspirou em mim! As cores bases são rosa e amarelo, fitas na parede da sala imitam a lona de um circo e toda a decoração é feita com muitas cores, todas harmonizadas. E harmonizar cores fortes não é tarefa fácil. Ponto para a arquiteta!



O escritório da família também é um ambiente funcional e possível. Pensando nos componentes da família, o espaço atende aos adultos e às crianças. Tudo integrado e aconchegante. Atente-se ao porta lápis embutido à mesa. Ótima idéia! O trio responsável é Lilian Morais, Catariana Sombrio e Sandra Marinho.



Na sala de jantar, nenhum objeto é tão inusitado quanto o arquiteto Denis Alves [não, ele não é um objeto]. Além de apresentar o ambiente, ele dançava, pois o ambiente era composto também com música. Ganhou pela animação!



No Bistrô, comidinhas executadas pela chef Dani Vereza e bebidas Casa Valduga. Tudo bem servido e delicioso.

Todas as quartas e quintas das próximas semanas haverá uma boa programação cultural. As quartas são dedicadas à música, com apresentações de diversos estilos, do jazz ao soul. Inclusive, no dia 29, às 20h, a banda Surf Sessions, quem é composta pelo músico homenageado do quarto do rapaz, tocará. E as quintas são para rir com os comediantes que fazem o estilo stand-up comedy. 

O evento já está aberto ao público, de terça a domingo, das 12h às 22h. Os ingressos custam R$30 inteira e R$ 15 a meia.


Serviço:

Mostra Morar Mais - O chique que cabe no bolso

Local: Casa do Candango – SGAS 603
Data: 14 de agosto a 23 de setembro
Horário: terça a domingo, das 12h às 22h
Morar Mais Brasília: (61) 3242-4789
Ingressos: R$ 30,00 inteita e R$ 15,00 a meia entrada


Assessoria de imprensa: (61) 3242-2143 / 7814-8780
Natanry Dias ou Graziela Sant’Anna

Arquiteta Karla Madrilis: (61) 9982-8440 – contato@karlamadrilis.com
Foi Assim! Beijocas. Vanessa.

domingo, 12 de agosto de 2012

Dia dos pais da música

Um domingo é do Rock, o outro é da Cerveja!

Nobres leitores, hoje é dia dos pais. E também é domingo, dia de post de música. Assim, decidi fazer minha homenagem àqueles que, de alguma forma, conceberam pedaços de rock:

Jim Marshall - criados dos amplificadores Marshall. Todo guitarrista sempre sonhou em tocar na frente de uma parede de amplis Marshall, naquele maior estilo Iron Maiden. É o pai dos amplificadores.

Les Paul - o sujeito, além de tocar guitarra como poucos, ainda decide começar a fabricar seus instrumentos. Antes dele, as guitarras eram ocas, como os violões. Depois, as guitarras passaram a ser sólidas, mudando bastante a sonoridade do instrumento. Uma das guitarras mais conhecidas do mundo, a Gibson Les Paul, é baseada no invento desse sujeito. Se não bastasse isso, ele também foi o primeiro a fazer gravações em multicanal. É um dos pais das guitarras sólidas.

Leo Fender - assim como Les Paul, ajudou a criar o conceito das guitarras sólidas. A principal diferença entre os dois estava na construção - ao invés de uma madeira inteiriça, Leo optou por usar pedaços de madeira agregados. Isso reduziu muito o custo das guitarras. Sua obra prima é a Stratocaster, extremamente popular até hoje. Se você pedir para alguém desenhar uma guitarra, sem dúvida desenhará uma Les Paul ou uma Stratocaster - elas são, basicamente, a própria definição de guitarra elétrica. É o outro pai das guitarras sólidas.

Seth Lover - guitarras geram seu som através de um captador. Os captadores, além de captar o som das cordas, costumavam gerar muito ruído (chamado "hum". Um dia o tal Seth Lover coloca dois captadores pregados um no outro, em fases invertidas - assim, o ruído era cancelado. Essa invenção foi chamada de humbucker, os famosos captadores duplos. Além de gerar menos ruído que os captadores simples, tinham mais ganho e um som mais encorpado. Boa parte das músicas rock´n´roll se baseiam em humbuckers. Seth é o pai dos captadores duplos.

Bem, esses foram os pais dos equipamentos. É até difícil listar os pais de cada estilo, então vou elencar alguns dos mais marcantes:

Jimi Hendrix - o pai da arte de incendiar guitarras.

Pete Townshend (The Who) - o pai da arte de quebrar guitarras nos palcos.

Johnny Ramone - o pai do power chord. Ok, não é o pai. Mas é o rei do power chord.

Por fim, meus parabéns aos meus doutos amigos músicos e pais:

Craudio Ramone, batera e pai da Clara.

Guga Mafra, baixo, voz, guitarra, bateria e, diz a lenda, teclado. Pai do Eric.

JP Ramone, guitarra, voz, produção musical e pai do Rafa.

Beto Cavani, batera, vocalista e baixista, pai do Dudu e do Lelo.

Rodrigo MB, guitarra e agenda cultural, pai de uma banda completa (de verdade).

Fabrício Ofugi, o poderoso chefão do rock de Bsb, acaba de se casar, ganhou um enteado e, por tabela, o direito de receber esse primeiro "feliz dia dos pais"!

Próximo domingo: dia de cerveja!

Abraços

Ziriba (Cerveja e Rock)

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Dom Francisco - Pátio Brasil

Pessoas,

mais um convite surgiu :-) Dessa vez, fomos conhecer o Dom Francisco do Pátio Brasil e saber de umas coisas boas que vão rolar para o Dia dos Pais.

Primeiro sobre o Dia dos Pais. No domingo, dia 12 de agosto, terá um buffet especial, além de brinquedoteca para os pimpolhos, estacionamento grátis no Pátio Brasil e, de presente para os pais, uma garrafa pequena do vinho Fausto da Pizzato.


























O buffet de domingo, que custará R$ 53,90, contará com bacalhau fresco a Zé do Pipo, carré de cordeiro ao molho de vinho, filé mignon ao vinho tinto e gorgonzola, medalhão de frango em cama de batatas, pimentões e tomates, camarões grelhados e ao catupiry, risoto de funghi, mini batatinhas coradas, canelone de queijo e peito de peru, legumes ao perfume de alho, além de sobremesas e saladas.

Regularmente, a casa funciona com buffet no almoço, pelos mesmos R$ 53,90 e também com sobremesa incluída, e a la carte a noite. Os cardápios (buffet e a la carte) podem ser vistos no site da casa, aqui.

O buffet é amplo e inclui pratos quentes, saladas, frios e até sushis, todos ingredientes frescos e de qualidade. A mesa toda, uma caravana blogueira, aprovou e a casa estava lo.ta.da. Eu, particularmente, destaco o filet, super macio, ao ponto, sem escorrer sangue. E ainda estava quente. Para uma serviço de buffet, achei super demais! O frango ao curry na "conchinha" de massa fina (frango, eu? pois é!) também estava bom que só.

 

O buffet inclui, ainda, sobremesas: brigadeiros, frutas, torta de limão, dentre outras. Tivemos a oportunidade de provar a sobremesa servida do Restaurant Week e que provavelmente entrará no cardápio da janta, a Duo de Frutas Vermelhas. Divina, composta de taça com brigadeiro Gourmet e calda de Amarena, coberto por frutas vermelhas (Amora, mirtilo, groselha e morango) e Panna Cotta feita com Favas de Baunilha, frutas vermelhas e duas folhinhas de chocolate belga feitas no molde do manjericão. Um luxo e deliciosa. Curti muito ter provado groselha (essas bolinhas vermelhas escondidinhas ao lado do hortelã) e a panna cotta estava super leve e com aquele fundinho de baunilha que só pode ser saudável.


Dom Francisco - Pátio Brasil
Endereço: SCS, Quadra 7 Bloco A, Loja 255
Telefones para reservas: 3322 – 1071/3322 – 6456 / E-mail: mirella@domfrancisco.com.br
Horário de funcionamento: Diariamente, das 11:30h às 22:30h
Rede wi-fi disponível
Estacionamento gratuito aos domingos e feriados
Bônus de 2h de estacionamento aos sábados

Beijocas! Vanessa.