sábado, 14 de maio de 2011

Festival Sabor Brasil 2011 - Santa Pizza - 207 Sul, Brasília/DF

Pessoas,

só tínhamos ido uma vez à Santa Pizza, há muitos anos. E não voltamos porque foi caro pra caramba! Tudo bem que era um super ambiente com meia luz, ingrediente de qualidade super superior e tudo mais. Mas, a pizza  individual de massa fina custava, pensando um valores atuais, uns 40 reais. Era uma coisa sem noção: uma baba por uma pizza.

Então aproveitamos o Festival Sabor Brasil pra retornar ao local. Bingo para a pizza para 2 pessoas por R$ 23,00. 

O ambiente não é mais o mesmo: muita luz e pouco aconchego. Em compensação, os preços também não são os mesmos! Tudo bem acessível. As pizzas estão maiores, no estilo da Capodano ou Fratello, dá pra duas pessoas. Os preços, entre R$ 30,00 e 40,00, com algumas exceções. Tem ainda as opções de individuais, tipo brotinhos, por uns R$ 20,00. As entradas ficam ali na faixa de R$ 15,00.

Os preços da carta de vinhos são ótimos! Super acessível também. O vinho Santa Helena sai por R$ 25,00. Tudo bem que pode não ser um grande vinho, mas considerando que no Carrefour custa R$ 18,00 e o restô tem todo o custo do serviço, achei muito barato. O Tamaya Reserva (que tem um aroma de baunilha delicioso) custou R$ 35,00. Tudo de bom. Pode pedir sem dó.

A aposta foi numa pizza com tomate fresco picado, fina camada de grana padano e abobrinha crocante sobre a massa de pizza recheada com mussarela. Ta aí a foto da promessa, retirada do site do Festival:


Antes da moçoila, pedimos uma entrada chamada Pupunha na Brasa, por R$ 13,00. Olha ele aí:


Me diz: tem cabimento o tamanho dessa entrada? Por R$ 13,00? É entrada para 4 pessoas. Esta ótimo: pupunha, sal grosso, azeite e orégano.

Depois, a pizza. Bem gostosa, massa crocante, queijo adequado. Porém, a abobrinha não agradou. É a mesma abobrinha frita que o Gero serve de entrada. Idêntica. Não gostei lá e não gostei aqui. Como o sabor da abobrinha é bem sutil, o gosto da gordura domina o paladar. 


O serviço de atendimento da casa não é exemplar, como outrora. Mas suficientemente bom.

Gostei e indico a ida, seja pra provar a pizza do festival ou outra qualquer.

Beijocas! Vanessa

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Fortunata - QI 09, Lago Sul, Brasília/DF

Pessoas,

 vinha pensando em conhecer o Fortunata há tempos e essa semana consegui. A impressão foi ótima: ambiente confortável e atendimento equilibrado: nem melação  e seda, nem puxão de cabelo.

Optamos pelo executivo do almoço, que é entrada + prato principal + sobremesa por R$ 31,90 ou R$ 34,90, dependendo das opções, ou só o prato por R$ 27,90 ou R$ 29,90. A carta de vinhos é bem acessível. O vinho mais caro que tinha por lá era o argentino Angélica Zapata, por uns R$ 130 reais.

Éramos 3 pessoas. Os meninos foram de menu excetucivo completo, e eu só de prato principal. Todos os pratos lindos, faaaaaaaaaaaaartos e deliciosos. Todo mundo saiu super cheio e satisfeito.

Saladas de entrada: na primeira foto, mix de folhas, peito de peru, mussarela de búfala e tomate seco. na segunda, alface americana, peito de frango, croûtons, molho suave de queijo e parmesão.

 

Depois, pratos principais: 

- picadinho de filé com molho de carne e cogumelos, arroz branco, banana a milanesa, ovo poché e farofa de Parma.

- o meu foi filé grelhado com crosta de alho e arroz a Piamontese: alto, mal passado, bem temperado, perfeito! assim como o arroz. Obviamente deixei metade do arroz. Prato de respeito.
- Filé de robalo grelhado ao molho de ervas e uva passas, com risoto de limão.
 

De sobremesa, torta alemã (torta em camadas com creme gelado e cobertura de chocolate) e pudim de leite:

Valeu a pena. Super indico!

Beijocas. Vanessa

domingo, 8 de maio de 2011

Festival Sabor Brasil 2011 - Grande Muralha, Terraço Shopping


Pessoas,

eu evito a maledicência, mas, às vezes, é complicado!

Na tentativa de ter um preju ameno caso as experiências com o Festival Brasil Sabor  2011 não fossem legais, optei por priorizar os pratos para duas pessoas. O escolhido da vez foi o Grande Muralha, no Terraço Shopping. Justiça seja feita: o prato do festival não foi o pior do almoço, mas o conjunto todo foi terrível! E as peças dos sashimis de quem optou pelo buffet eram lindas: vi um atum como não via há tempos em Brasília.

Assim que chegamos, o garçom foi logo avisando sobre o sistema de buffet de sushis e sashimis na casa. Avisei que íamos provar o prato do festival, e ele emendou: "seria bom pedir outra coisa", dando a entender que o prato é pra dois, mas não serve dois. Ah, que bom.

Ok, boa oportunidade pra comer entradinhas, sempre tão gostosinhas. Antes de escolher, vi o anúncio da mesa sobre o Fest Vinho, que está acontecendo junto com o Festival: na compra de uma garrafa de vinho nacional participante do festival, a outra sai por R$ 5,00. Perguntei o preço do vinho e o garçom não sabia. Na verdade, disse que não tinha preço ainda, porque não fora lançado no sistema e tarará. O Festival começou há quantos dias mesmo?

Voltei a pensar nas entradas e optamos por uma porção de guiosa, 6 unidades, algo entre 10 reais, e rolinho primavera, porção com 2, por uns 5 reais. Para acompanhar o prato, descrito  pelo Festival como " filé regado com geléia de lichia, saborosa e refrescante", uma porção de gohan (arroz japonês). 

Depois uns 10 minutos, chegam os rolinhos primavera e a informação do garçom (que era bem atencioso, aparentemente novo de casa e tentava deixa a estadia menos traumática) de que não seria possível servir a  porção de guiosa porque só havia 3 guiosas na cozinha, e porção era de 6. O Vinicius ainda brincou: "manda isso aí de brinde!", mas o cara desconversou meio sem jeito. Ficaram lá e serão servidos entre os novos que chegaram em breve. Escolhemos uma porção de camarão empanados, 6 unidades por 14,00. Depois de uns 15 minutos, chega o camarão. Os dois estavam bons, nada além a nada aquém.

O prato principal chegou uns 50 minutos (!!!) depois do pedido inicial. Tá aí o antes e depois:



















O ponto da carne explicou a demora do prato. O molho era até saboroso, mas a parte refrescante eu não achei. Talvez por causa do excesso de sal no filet. E essa coisa empanada eles disseram que era cogumelo empanado com farinha japonesa: algo como uma massa de cogumelo e farinha frito. Ruim. Quer dizer, sem gosto de nada. Quer dizer, nada é mais gostoso.

Mas o must da visita foi o gohan. Uma das diferenças entre o arroz japonês e o comum é que aquele, por ter mais amido, é mais grudentinho, perfeito para serem comidos com pauzinhos. Mas só um pouco. Não como esse do Grande Muralha:


















Além de grudento, estava frio por fora e quente por dentro, e muito borrachudo em algumas partes. MUITO! Deve ser sido feito há uns 6 dias. Impossível de comer. Para arrancar uma porção, quer dizer, pedaço, era preciso força e sincronia entre garfo e faca. Inacreditável. Outra foto, porque nem eu estou acreditando até agora:





















E assim foi. Triste.

Beijocas. Vanessa

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Festival Brasil Sabor 2011 - Respeitável Burger

Pessoas,

eu andei emburrada por aí falando mal do Festival Brasil Sabor por conta do trauma do último Restaurant Week, mas acabei me rendendo à curiosidade e oportunidade.

Fui hoje no Respeitável Burger, salivando pela promessa do brie com geléia de pimenta (tô completamente viciada em brie com geléia de qualquer ordem), num hamburger de salmão. Olhem a foto da promessa:


A primeira consideração é que a casa não funciona mais 24 horas todos os dias da semana. Cairam na real. Então, a partir de hoje, o horário é, salvo engano, de segunda a quinta das 12h às 02h, e de sexta a domingo 24 horas (mas, e que horas fecha domingo????). 

O salmão estava gostoso, bem temperado. Ótima opção pra quem não come carne. O sanduíche é bacana, a idéia é boa, mas me pareceu que faltou uma pegada. É que a geléia de pimenta estava muito discreta (talvez por causa da pouca quantidade, vê-se pelas fotos a diferença!). A geléia de pimenta vermelha da Queensberry é uma loucura, ao mesmo tempo doce e apimentada. E é o doce que se dá bem com o amargo do brie, né? No sanduba, nem o brie estava verdadeiramente um brie, nem a geléia de pimenta, que não sei qual é, fazia bem o seu papel. Olhem a foto da vida real: cadê o vermelho???? E essas amêndoas? Com certeza a intenção é amenizar o sabor forte do brie com a geléia, mas nem precisava.

















Então, fiquei com a pimenta tentando achar o amargo dentre a calma do sabor do salmão. Na verdade, a busca por esses sabores foi divertida, mas fui embora achando que poderia ser melhor.

Ainda assim, recomendo. Como disse, tô craque em brie com tudo que é tipo de geléia, e a expectativa é inimiga da satisfação, né? Acredito pra para outros paladares possa ser um grande sanduíche-iche.

Para ver todos os pratos do festival, clique aqui!

Beijocas. Vanessa

domingo, 1 de maio de 2011

CCBB e Caixa Cultural - Pérolas de Brasília.

Pessoas,

isso de que em Brasília não se tem nada pra fazer é pura lenda urbana. E de que em Brasília tudo é caro, mais ainda. 

O Centro Cultura Banco do Brasil - CCBB, localizado ali perto da Academia de Tênis, é cheio de coisas legais e baratas. Os espetáculos custam R$ 15,00 a inteira, e R$ 7,50 a meia, para estudantes e clientes do Banco do Brasil. No site tem a programação completa, que costuma ser alterada a cada mês. E não é coisa ruim, não. São espetáculos e exposições em regra bem conceituados e sucesso de bilheteria em longas temporadas no eixo Rio-São Paulo.

Os ingressos devem ser comprados na bilheteria do local, que funciona de 09h às 21h, de terça a domingo, e começam a ser vendidos nos 2 domingos que antecedem o espetáculo. Em regra, os ingressos acabam rápido. Entretanto, pode acontecer de você conseguir comprar na hora. Como as salas são pequenas, qualquer lugar é bom. Pode acreditar.

Esse mês, vimos As Três Velhas e o Bosque. As Três Velhas é muito bom! O Bosque não é muito bom, mas também não o caracterizaria como ruim. É chato.

Outras 2 vantagens do CCBB são o estacionamento imenso (tem vaga na hora de comprar ingresso, vaga na hora do espetáculo) e a lanchonete/bistrô/livraria, chamado Bistrô Bom Demais. Serve sanduíches, risotos, salgados, tudo delicioso. Nunca foi ruim. Nas bebidas, suco de melancia com canela e água aromatizada, ótimas surpresas. O preço é justo: sandubas por volta de 15 reais, risotos por 25 (esses nunca provei).


O acesso ao CCBB, pra quem não tem carro, é foda, e táxi deve sair uma fortuna. Talvez por isso, o CCBB tem um ônibus gratuito, que sai do Teatro Nacional a partir das 11 horas, de terça a domingo, e passa por diversos pontos da cidade (em regra hotéis) até chegar ao CCBB. Mais informações aqui

O Teatro da Caixa é ali logo atrás do Edifício Sede da Caixa Econômica e do Banco Central. Por lá, os espetáculos custam R$ 20,00 (inteira) ou R$ 10,00 (a meia). A bilheteria funciona de terça a domingo, de 12h às 21h, e os ingressos começam a ser vendidos no final de semana anterior ao espetáculo.


Na Caixa, a logística de toda mais complicada. Primeiro porque o site não é dos melhores. As informações sempre estão meio escondidas e quase não tem divulgação antecipada. Geralmente, a divulgação acontece quando os ingressos já se esgotaram. Como disse a moça da bilheteria, é mais fácil saber da programação pelo site dos artistas! Comprar ingresso é um problema enorme!!!! Estacionamento durante o dia? Brincou, né....E esse horário da bilheteria a partir de 12h também fode tudo. Porque, dependendo do espetáculo, a noite já não tem mais nada. Ainda bem que na hora do espetáculo, a noite, tem estacionamento farto.


Em compensação, rola muita coisa boa! Tipo Paulinho Moska e Arnaldo Antunes. Tava rolando uma exposição ótima de Botero, chama Dores da Colômbia. Pequena, perfeita pra ser vista antes do espetáculo.


Da lanchonete da Caixa, ainda não sei. Não exploramos como a do CCBB, até porque as opções de comida ao redor da Caixa são excelentes. 



Dica de outro para o Teatro da Caixa: fuja das 3 primeiras fileiras, porque o palco é muito alto!

Além da agenda variável, a Caixa tem dois projetos fixos muito bacanas: o Jogo de Cena e o Teste de Audiência (esse é de graça!).


O Jogo de Cena é antigão, mas só conheci há pouco tempo. Diversão garantida com os apresentadores Welder e Pipo, da Cia de Comédia Os Melhores do Mundo.  Funciona como um "espaço vitrine", no qual artistas desconhecidos mostram seus talentos. Há várias apresentações de arte, como dança, pintura, teatro, curtas e música. Adorei e lamentei nunca ter ido antes! Fomos no Jogo de Cena especial em comemoração aos aniversário de 21 anos de Brasília e teve: a pintora Claudia Bertolim, que pintou um quadro durante toda a apresentação (uma quadro meio doido, não entendi direito a mensagem e fiquei esperando ela explicar o que era, mas não aconteceu); a banda "The Neves" (boazinha....), stand up com Edson Duavy, artista brasiliense com trecho do espetáculo "Pretinho Básico" (bem legal), os curtas O Eixo (chato) e Braxília (legal), apresentação teatral com a Cia de Comédia Os Fantásticos, com trecho da peça "Amor ou Traição, eis a questão" (legalzinho, com super destaque para o ator que fazia a enfermeira), e a companhia de dança Dança Senhoritas Cia de Dança (super legal!). Por R$ 10,00 a meia, só alegria.


O Teste de Audiência é projeto super legal (e de graça!!!): eles exibem um filme em fase de acabamento para o público opinar sobre ele. A gente só sabe o nome do filme na hora e ainda assina um termo de compromisso de que não pode sair divulgando por aí. Daí passa o filme, e depois a gente preenche um formulário dando opinião sobre diversos pontos: se gostou ou não, se indicaria, se cortaria alguma cena, se alguma cena precisa ser melhor explicada, etc. A seguir, tem a discussão do público com a produção, direção e etc. Excelente. Vimos o filme Xingu (isso eu posso dizer porque no site eles já divulgaram :)) e a experiência foi super bacana. O próximo é dia 14 de junho.


Pra finalizar o post, vai umas fotos de Brasília, cidade linda (que, sob alguns ângulos, me lembra Paris) e com o céu mais perfeito do mundo. Essas fotos foram tiradas por mim, com meu celular. Ou seja, é tudo ainda mais belo!



É isso. Aproveitem!


Beijocas. Vanessa.