quinta-feira, 17 de março de 2011

domingo, 13 de março de 2011

La Cucina di Giuseppe - atualização com a 2ª visita


Pessoas, 

na 101 do Sudoeste tem um filé a parmegiana obrigatório. sequinho, leve, saboroso...Acompanhado de spaghetti com um molho de tomate tão fresco, q deu vontade de passar debaixo da mesa. O local é bem fofo. Porém, uma luz mais baixa e uma música de melhor qualidade dariam um grande up no ambiente. Os preços são justos, na faixa de R4 30,00 por pessoa.

Beijocas. Vanessa

2ª visita

Voltamos ao restaurante. Num almoço de sábado, muito bem atendidos pelo Giuseppe, simpático italiano legítimo de Napole que fala também com as mãos.

Pedimos uma Heineken pra abrir o apetite e faço questão de registrar o quão gelada estava a cerva. Ideal!

Da mesa, vi nosso pratos serem preparados e achei isso tão legal. O próprio Giuseppe que ia, mexia na panela, colocava algo, voltava, atendia alguma mesa, entrava de novo, olhava, mexia, dava instruções pra moça da cozinha, ela continuava, ele voltava. Me senti super a vontade com a informalidade.

Escolhi carne de vitela com molho de limão e arroz, por uns R$ 35,00. O molho de limão era O molho de limão: fresco, fresco, fresco. Uma delícia, sobre a macia e fina carne de vitela. 


O Vinicius pediu linguado com molho de laranjas com arroz, uns R$ 30,00. Perfeito. Talvez ainda melhor que o meu prato.



Para acompanhar, pedimos uma porção de aspargos, R$ 15,00. Estava boa, sem grandes destaques. E vinhos em taça, algum carbenet sauvignon, por sorte aberto na hora, por algo perto de R$ 14,00. 


Destaque: o arroz foi feito na hora, e é servido separadamente. Tudo de bom. E olha que eu sou rigorosa com arroz, por que o arroz da minha mãe é o melhor de todos.


Quando a gente já estava super feliz, o Giuseppe ofereceu um teco de sorvete artesanal de amarena (uma espécie de cereja italiana) com mascarpone. Fantástico. Se for lá, não deixe de perguntar por ele. 


Dessa vez, a música foi bem melhor. Da primeira visita, tocava música baiana. Agora me diz: quem ouve música baiana? Conheço quem dance....

Recomendadíssimo!

Beijocas. Vanessa

sábado, 12 de março de 2011

Filmes, vários.

Pessoas,

sobre alguns filmes:

  • Sob o Sol da Toscana - lindo filme, na Itália, com romance, desromance, frutas lindas, casarões....imperdível.
  • Coincidências do Amor - meu amor por Friends me faz assistir os filmes da Jennifer Aniston. Filme tosco. Serve pra saber porque não se deve colocar muito botox na boca e sentir carinho pelo garotinho. Ah, a Juliette Lewis tá ótima no filme!
  • Você vai Conhecer o Homem dos seus Sonhos - típico do Woody Allen, que esfrega na nossa cara a vida como ela é. Imperdível.
  • Bruna Surfistinha - putaria demais pra história de menos, e completamente dispensável a apelativa cena do cuspe na pia. E se você procurar pela verdadeira Bruna Surfistinha, (que faz uma ponta no filme) e não achar, é porque a ponta é pequena mesmo: ela é hostess do restaurante que o primeiro cliente leva a Bruna Surfistinha (Deborah Secco) algumas cenas mais tarde.
  • O Turista - não tem uma grande história (Vinicius matou a charada nos primeiros 15 minutos de filme), mas vale a pena passar 2 horas da vida querendo ser a Angelina Jolie ou, no mínimo, estar onde ela esteve. E o Johnny Deep atuou incrivelmente bem. Imperdível.
  • Cisne Negro - putz! Bizarro! Amei. O Vinicius achou esquisito demais. Oscar de melhor atriz para a Natalie Portman merecidíssimo. Vejam no Dia de Folga uma excelente crítica sobre o filme.
Beijocas. Vanessa

sexta-feira, 11 de março de 2011

Camembert, gorgonzola e pão com geléia de pimentas vermelhas.

Pessoas,

janta caseira, acompanhada de suco de uva integral.


O camembert fica muito bem de mãos dadas com a geléia de pimenta.

Recompensa pela sexta a noite em meio aos livros. Mas, para contemplar o arco-íris é preciso suportar a chuva, né?

Beijocas. Vanessa

quinta-feira, 10 de março de 2011

Ou seja, cerveja.

Pessoas,

sei que só se fala da antes recatada e agora Devassa Bem Loura, mas hoje a companhia foi uma Devassa versão morena (R$ 5,30 no Super Maia. Tinha a ruiva também). Chamada de Negra, tipo Dark Ale, é feita com maltes torrados e segundo o site, "o sabor do malte e a cremosidade surpreendem pela combinação".


Acho que não foi essa que passou por aqui, não.  Não encontramos o sabor do malte, o amargo era fugaz e parecia um copo de coca-cola, pela ínfima quantidade de espuma e pelos gases (?), possíveis de serem vistos e sentidos no paladar.

Não queremos de novo.

Aproveitando o post maledicente, dia desses provamos a Eggerberg Mac Queen's, escolhida na Super Adega pra uma noite nerd cervejeira que rolou aqui em casa. Por R$ 13,00, nos empolgamos pela utilização de malte de whisky Escocês. Também não disse a que veio, sem graça alguma. Na ocasião, dentre tantas coisas interessantes (que vocês podem conferir na foto abaixo), eu disse: "é preferível beber uma cerveja ruim que uma cerva sem graça como essa."

foto pra deixar qualquer um de bom humor.

Beijocas. Vanessa