sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Enchendo Linguiça e Mangai (evolução)

Pessoas,

demos uma passadela ontem (em busca da despedida de um amigo que não aconteceu ou aconteceu bem depois do horário marcado) no Enchendo Linguiça, um boteco em frente ao Mangai, do lado do Triplex. O nome é justificado pela fábrica própria de linguiças que eles tem por lá. Obviamente, elas lideram o cardápio e há linguiça de todo tipo que você pensar, e tudo de linguiça que puderem imaginar, tipo pastel de linguiça.
Tanta novidade tem o preço um tantinho salgado. E o local não é nada adequado para quem tá de dieta, ok?

Quanto às cervas, provamos uma Serramalte, pilsen carioca de edição limitada. Não impressionou, mas é gostosa, com um amarguinho na medida. Tem as Bohemias Weiss e Confraria por R$ 12,90 (dica: comprei a Weiss no WalMart por menos de R$ 3,00)

De legal tem a famosa televisão de cachorro, que exibe joelho de porco a pururuca. Chamada de Schweinhaxe, sai por R$ 46,70 com duas guarnições. No cardápio tem a sugestão para você levar o osso pra casa e cozinhar o feijão, ou mesmo levar pro cachorro. Achei super simpático!

Um fator ruim do boteco é o local. Não a localização, mas o fato de serem esquina e não ter nada construído no terreno à esquerda. A área externa na lateral e fundos fica sem encanto (e oposição à decoração de dentro que é legal!) e tá cheinha de mosquitos chatos que não respeitam ninguém!

Como ninguém aparecia, resolvemos comer no Mangai (porque estamos de dieta e lá tem opções adequadas). E não é que o Mangai incluiu chopp no cardápio? Chopp Heineken, por R$ 5,90. Ainda acho o conceito de lá absurdo! O quilo custa R$ 41,90 e o que tem por lá que quase chega perto disso é o salmão, que aliás, nem estava bom.  E ainda tem que levantar pra pagar a conta. Sem falar nas filas. Nada contra levantar e pagar a conta, mas o que eu espero do serviço é proporcional ao preço que pago no estabelecimento. Enfim, pelo menos,a partir de ontem se precisar ir lá (confraternizações e afins) não vou reclamando tanto :)

Beijocas! Vanessa

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Green Day -Brasília/DF

Pessoas,

esse post é apenas um rápido registro do magnífico show do Green Day ocorrido ontem em terras candangas.


Platéia empolagada e, o melhor, vocalista super empolgado! Explosões, fogos, show de luzes dos bons, e muitos fãs no palco. Um deles, que fez bem feito, ganhou a guitarra do Billie de presente!

Além disso tudo, arquibancada bem vazia. Cheguei 10 minutos antes do show começar e fiquei num lugar maravilhoso! Aliás, no Nilson Nelson, arquibancada é o que há pras pessoas pequenas como eu: dá pra ver o show todo. Sem necessidade de telões.

Parabéns aos produtores e afins, que têm nos enchido de bons espetáculos.

No blog do Cult 22  tem uma ótima crítica do show.

Beijocas! Vanessa

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

As pulgas que me divertem

Pessoas,

gosto muito quando acontecem coisas que me fazem ficar tentando achar a resposta sem sucesso, as famosas pulgas atrás da orelha. Hoje, na festa de aniversário de 3 anos da Ana Carolina, cujo tema era Branca de Neve, fui "fantasiada" de bruxa/madrasta. As aspas são porque o vestido, apesar do estilo "bruxa" era meu mesmo, assim como a bota de bico e saltos finos. De fantasia propriamente dita, tinha o chapéu, alto e pontudo, a maquiagem super preta nos olhos, com a sobrancelha bem marcada e traço final quase cruzando com o delineador, e cesta de maças "envenenadas". A todos que eu cumprimentava, ou que me olhavam, eu oferecia uma maçã.

Pois bem. No decorrer da festa, o marido de uma amiga pergunta: "Você já sabia que o tema da festa era esse?" Daí que vem a diversão: ou ele pensa que eu sou super descolada mesmo e saio por aí vestida de bruxa; ou ele freqüenta grupos sociais em que essa prática é comum; ou se é mesmo fato que nada mais que venha de mim surpreenda as pessoas, e o fato de uma bruxa na festa da Branca de Neve não passa de uma incrível coincidência. Não sei qual a resposta.

Pouco depois, no momento em que a aniversariante surgiu vestida de Branca de Neve acompanhada dos 7 anões, e eu ofereci a ela uma das maças da minha cesta, um outro amigo disse: "Ahhhhhhhhh....agora entendi o porquê do chapéu." 
 
Daí vem a diversão: ele não tinha percebido que eu era uma bruxa porque acha super normal as pessoas (ou somente eu???) maquiarem os olhos daquela maneira; ou é comum as pessoas (ou somente eu???) saírem com cestinha de maçãs por aí, principalmente numa festa de crianças, onde quase não tem comida; ou por onde ele anda oferecem maçãs a ele freqüentemente, e naquela festa não podia ser diferente. Não sei qual a resposta.

Se você souber a resposta, ou visualizar outras possibilidades que expliquem a situação, me conta :)

E, pra finalizar, a festa foi um sucesso! Consegui causar medo em duas crianças. Uma delas, a própria aniversariante, que ficou assustada e começou a chorar no momento antes do parabéns. Terei várias fotos para provar minha ótima performance :P
Beijocas. Vanessa

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Europa 2010 - Roteiro: Holanda - Bélgica - Luxemburgo - Alemanha. Post 2 - Holanda - Amsterdan

Ficamos no Hotel Van Onna, em Joordan, bairro fofo, com flores e adivinhem??? Gatos! Sim, felinos lindos com os quais cruzávamos quando íamos e quando voltávamos.


O hotel era como esperado: simples, mas limpinho. Por 90 euros a diário pro casal, com café da manhã, internet e atendimento satisfatório. Nosso quarto, no 4º andar, me fez queimar todas as calorias adquiridas naqueles dias. Elevador??? Ah, você tá na Europa, bem. Prédios antigos, estreitos e se quiser elevador, tem que desembolsar muito! E nós preferimos gastar mais com cerveja e comida que com elevador. E escada faz bem pra saúde. No mais, de férias, viajando, pelo Velho Mundo, se você danar a reclamar demais, volta e procura um terapeuta.


"rua" do nosso hotel

Enfim. O café da manhã era muito bom! Servido na mesa com: chá ou café, leite, água, torradas, ovo cozido, geléia (uma tão tão deliciosa que sinto saudades até hoje), manteiga (das boas), queijo, presunto e chocolate granulado. Sabe pra que? Pra comer com pão e manteiga. Hein? Sim, é isso: pão, manteiga e granulado de chocolate. Essa iguaria tem até um nome, é bem tradicional por lá. Não, não é bom.


Nessa noite, andamos pelo bairro, morri de paixão pelos gatos, apreciamos as pontes, as flores, as pessoas, as vitrines. É, as vitrines. Porque aquela gente é muito livre, muito determinado a usar o que bem entender. E ninguém tá nem aí. O importante é ser educado, se importar com as pessoas e bichos e não jogar lixo na rua. Observe:



Paramos num bar/restaurante, chamado ROEM, mas pedimos um misto de salsichas alemãs. Queríamos alguma La Trape, esse lugar não tinha, mas deu a dica: procura algum lugar que tenha a placa da Bavaria.


Saindo de lá, olhamos pros lados procurando por uma placa da Bavaria e bingo! O vizinho tinha. Chegamos na porta e era uma portinha tão estreita que parecia residencial. Empurrei e fui entrando, esperando que alguém nos expulsasse. Que nada! Sabe quando você acha que ganhou na loteria por cair num lugar tão improvável? Foi lá: no De Twee  Zwaantjes.

Tinha um balcão, bancos altos ao redor, e algumas mesas ao lado, num pequenino salão. Era escurinho. As pessoas dali eram todas nativas. Nada de turista. Tinha um sistema de som, e as duas garotas, de meia idade, que serviam as bebidas, e uma delas também comandava o som e o microfone. Sentamos, pedimos uma La Trape e observamos. Era tipo um karaokê. Mas bem informal, com umas pessoas que cantavam muitíssimo bem e pareciam amigos há tempos. Um falava: toca essa. A música era posta e o microfone era entregue. Uma velharia que cantava bem se divertia ali!!! Até que perguntaram de onde nós éramos. Falamos: Brasil. Depois de uma leve zoação em razão da nossa derrota na copa do mundo pra eles, colocaram Garota de Ipanema e me entregaram o microfone! Cantei, em português. A moça de meia idade que servia a cerva e cantava bem fez a segunda voz em inglês. Bebemos mais. Cantamos mais. Rimos demais. E fomos embora, com a certeza de que a viagem poderia acabar ali e gente já voltaria feliz.




Num dos nossos dois dias em Amsterdan fomos recepcionados por Fred e Rubilene; ele, holandês; ela, casada com ele e prima do pai. Passaram o dia conosco nos guiaram pelas ruelas e canais. Fomos ao zoológico Natura Artis Magistra, lógico. Foi o primeiro lugar que disse que queria ir :) O zoo é grande, bonito, educável e caro: 18,50 euros a entrada. Tem aquário, exposições, planetário e o melhor de tudo: uma girafa criança! Não sei precisar a idade da mocinha. Só sei que agradeci a todos os deuses por não ter aberto mão do zoológico (sim, às vezes rola uma pressão). É tão difícil de se vê girafas baixinhas por aí que quando nasce alguma no mundo sempre sai na Globo.com e afins. Almoçamos por lá mesmo, junto aos flamingos, e de lá fomos de bonde pro centro, prum passeio de barco pelos canais.


O passeio de barco é um excelente forma de dar uma olhada geral na cidade e perceber detalhes que os guias indicam (como a menor casa do Amsterdan, que tem exatamente a largura de uma porta, e alguns andares. Construída assim para pagar menos imposto).  

O Red Light District é interessante, mas baixo astral. Garotas (tô sendo generosa, hein...tinha umas quarentonas) feias, travecos idem. Tipo puta baixo nível de classificados de jornal, sabe?Algumas sentadas, outras escoradas na parede mexendo no celular, com uma cara de "essa hora não passa". Outras mais animadinhas, com música alta se maquiando em frente ao espelho e ensaiando timidamente alguma performance. É óbvio que tem que ir, mas se a expectativa da viagem for em relação a isso, melou tudo.

Casa de Anne Frank é incrível. Histórica, triste, comovente e instrutiva. Vale muito a pena! Custa 8,50 euros a entrada e SEMPRE tem fila. Nosso hotel era muito perto, então sempre a gente dava uma passada pra ver se rolava de ir. Até que resolvemos chegar meia hora antes de abrir, às 9h, e deu certo: apenas 1 casal na nossa frente, e conseguimos entrar na primeira leva.. É possível comprar o ingresso agendado pelo site, evitando filas e tals.

Museu da Resistência: não vale a pena. Depois de 5 minutos lá dentro, eu disse: "amor, vamos embora?"; e ele: "mas a gente já pagou."; e eu: "já perdemos dinheiro, vamos perder tempo também?". Aqui foi um tiro no pé. Por dica da Fernanda, fomos nessa joça. A parada é a seguinte: se você é super conhecedor da 2ª guerra e quer detalhes da estratégia holandesa, além de ter paciência de ler painéis e mais painéis, vai adorar. Sim, a Fernanda é super nerd. Muito mais que a gente. Resumo da ópera: esperei o Vinicius sentada por quase 1 hora. E não, não fomos no Museu do Van Gogh. Merda!

Coisa boa e bonita são os parques, né? Em Amsterdan, o Vondelpark rouba a cena. Imenso, bem verde, perto dos museus, e onde as pessoas tomam sol, namoram, bebem cerveja, conversam, andam de patins, correm. Momentos de relaxamento garantidas.

Beerbike: não fizemos, e isso me dói. É um passeio numa "bike" pedalada por várias pessoas tomando cerveja. Tem um motorista e, possivelmente, guia. Isso sim é jeito divertido de conhecer a cidade! 



Hempshopper, casa especializada em produtos feitos com maconha, é curiosa. Tem roupa de maconha, chiclete, chocolate, cosméticos....Não me lembro dos preços direito, mas não me interessei por nada. Achei tudo com cara de produto fuleiro.

 A placa I AMSTERDAM, na Museumplein é liiiiinda. É difícil fazer uma boa foto, sempre tem milhares de pessoas. Mas lembre-se: a persistência é a caminho do êxito.


Se tiver idade e coragem, por que não isso?






Vá ao De Beiaard tomar cerveja. Trapista. Barata. Tipo "tamos no paraíso". E aí vieram:








Infelizmente, não anotei as impressões de cada uma. Mas, gente, a única trapista ruim é a Orval. Parece que você tá comendo flor. De resto, senta o pé que vale a pena! A Hertog, essa que a garrafa parece da reserva de Tarapacá, não é trapista. Mas olha como é bonita.

Nesse dia, tinha jogo da Holanda X Uruguai da Copa do Mundo. Por lá, ouvimos dizer que a praça onde passava o jogo no telão, a , era perto e tals. Daí, no intervalo do jogo fomos pra lá. Não foi perto como pensamos, mas depois tantas trapistas, em Amsterdan, alguém se importa com alguma coisa? Nós, não. Chegamos na praça e foi uma diversão, já relatada aqui aqui

Se quiser comprar cervejas, passe no De Bierkoning. É uma super distribuidora, com milhões de tipos de cervas. Não dá pra tomar lá. Do ladinho dele, tem um pub inglês, chamado O'Reillys. o tesouro de lá? Pint da Guinness por 5,40 euros, acompanhado de homefries.

Para mais cerveja, visite o pub Arendnest, especializado em cervejas holandesas. Marcou a La Trape Isid'or, uma amber que voltou a ser produzida e é muito boa. Não lembro se bebemos alguma inédita. Nesse dia, sentaram conosco duas senhoras italiana, a Patrizia e a Phina, que não falavam inglês, nem português, e nós não falamos italiano. Conversamos por mímicas, trocamos e-mails e nos divertimos.

Coma na Bagels nad Beans. Tem bastante por lá e os sandubinhas são muito gostosos! Os sucos também deliciosos.

Dicas gerais:

  • todo mundo fala que 2 dias é o bastante para Amsterdan. Não achei mesmo!!!! Passamos dois dias cheios e a lista de coisas que não fizemos, mas queríamos, é maior que a lista de coisas feitas. Só em museus, se vai pelo menos 1 dia (para os tradicionais Casa de Anne Frank, Van Gogh museum, Rijksmuseum)  pra quem é humano e precisa de pausa e comida entre um e outro. E explorar a cidade de bike? E o Beerbike? Ir calmamente no zoo? Se perder na cidade com os bondes? Curiar as lojas de maconha? Entrar nas lojas esquisitas que vendem miniatura de órgão humanos, caveiras e coisas do tipo? Ah, e as cervejas? Cara, você tá perto da Bélgica e Alemanha, não pode se furtar a provar cervejas de mil tipos, aromas, sabores e texturas. E tem a Heineken Experience. Sério, 3 dias cheios lá, no mínimo, se quiser realmente sentir e conhecer Amsterdan. Eu indicaria 4.
  • apesar de associadíssima à sexo e drogas, a cidade é muito mais que isso. Essas vertentes são apenas um leve detalhe que atraem alguns turistas e desagradam a outros. Não é o que eles tem de melhor, e eu, que sou moderninha, achei essa parte completamente submundo. 
  • cuidado com a  hora. De forma geral, restaurantes fecham cedo, por volta das 21h. Dá pra crê? Nem parece coisa de capital (em Paris, no verão, tudo funciona até tarde, mesmo museus e atrações gerais). Programe-se para não cair em ciladas (leia-se única opção), tipo pagar 11,50 euros numa pizza na Pizzeria Venezia Del Nord (tipo a Genérica) porque era o que tinha aberto perto do hotel por volta das 22h. 
  • se você for como eu enlouquece quando vê cerejas, respira fundo, acalme-se, e pergunte o preço antes. Senão, pode acontecer isso, ó: andando muito feliz - avista uma banca de frutinhas - vai até lá, pega um saco e coloca algumas cerejas linda - vai ao caixa - coloca o saquinho na balança - te cobram 9 euros - você pergunta quanto é o kilo - te respondem: 20 euros - você fica com vergonha de desfazer tudo, paga, vai embora e quer morrer - outro dia, na parte não turística da cidade, compra cerejas por 4 euros o kilo - quer morrer de novo.
  • quem manda naquele trânsito aparentemente louco é o ciclista, ok?  Observe com calma que logo compreenderá os sinais indicativos de seta ou freio que eles fazem com os braços, organizando a aparente bagunça. 
  • impressione-se com o que eles são capazes de fazer com suas bicicletas. Digno de comentários vimos gente levando cadeira (uma mão guiando a bike, outra segurando a cadeira na parte de trás, e ainda fazendo os sinais indicativos da direção), uma mãe levando junto ao peito um bebê tão minúsculo que só podia ser um recém-nascido. 

Europa 2010 - Roteiro: Holanda - Bélgica - Luxemburgo - Alemanha. Post 1 - Rumo à Amsterdan: Bsb/Lisboa/Amsterdan

Pessoas, 

a gente gosta de viajar, vocês sabem, né? Então, em julho desse ano programamos um tur pela zuropa, pra beber cerveja, ver a Regina Spektor, andar de bicicleta, apreciar belezas e exercer a arte da felicidade de forma geral.

A rota foi: Holanda (Amsterdan, Nijverdal, Gierthoorn, Castelo De Haar), Bélgica (Westvleteren e Bruges), Luxemburgo e Alemanha ( Wurzburg, Rottemburg ob de Tauber, Augsburg, Füssen - rota romântica - e Munique). 15 dias, com direito a um Audi A3 que me fez muito feliz.


Dessa vez, não fizemos viagens de trem. Como a rota romântica na Alemanha se faz melhor de carro, optamos por fazer todo o resto de carro também. Alugamos na Sixty, 500 euros por 10 dias. No papel, um Volvo C 30. Na hora H, um Audi A3. Não sei se a troca foi justa, mas me amarrei!!!


Achamos excelente viajar de carro!  É muito mais confortável e permite compras. Por exemplo, se estivéssemos de trem, não poderíamos comprar nossa cafeteira.  Tínhamos controle dos nossos horários, liberdade para mudar o roteiro. Além da oportunidade de dirigir um carrão. Tudo bem que meu Audi A3 lá era tipo o Pálio daqui, mas eu tava me achando. De Ka pra Audi tem muita diferença!!!!


As estradas são sempre perfeitas e sinalizadas e o GPS, que compramos em Amsterdan já com mapas europeus, tem uma precisão ilógica. 


É imperdível dirigir nas autobans alemãs. A velocidade lá é mínima. Andar devagar demais atrapalha o trânsito. Perdi as contas de quantas vezes eu estava a 150 ou 160 km/h e era ultrapassada por algum carro ultra veloz daqueles tipos que a gente vê no Auto Esporte. Naqueles dias, finalmente entendi pra que serve um Porsche ou esses carros do tipo.


Quanto ao custo, alugar carro ficou pouco mais caro, mas um tanto que compensa. Não fiz as contas no papel, mas me mais ou menos que os trechos de trem daria pouco mais de R$ 1.000,00. Os custos do carro, incluindo gasolina e estacionamentos, uns R$ 1.400,00 talvez.


Chegamos em Amsterdan depois de um atrasado vôo da TAP. Perdemos umas 6 horas na cidade dos canais em aeroportos chatos. Além do atraso do vôo BSB-Lisboa (que nos rendeu auxílio-alimentação, e comemos de grátis no Albatroz), o Lisboa-Amsterdan também atrasou. Em Brasília, fizemos amizade na fila: Alexandre Tadeu e Cecília Escobar.  Combinamos de trocar fotos e informações e eu sou do tipo que mando mesmo, mas cadê as anotações???? Em Lisboa, mesmo no aeroporto, foi possível se divertir um pouquinho: tinha uma lanchonete da Harrods lá! Daí, rolou crepe de salmão defumado (menos de 4 euros; lembro que Harrods em Londres tinha muita comida boa e bem barata também) e sanduba de frango e ovos (por 3,60 euros). E, como estávamos em Lisboa, não poderíamos ir embora sem provar o pastel de nata, ora pois. Gostei. Massinha folheada de textura agradável e recheio doce suave, por 1,80 euros cada. 




Depois de comer, passamos no freeshop e mais uma vez o Vinicius se deu conta da sorte em me achar: nenhum compra. Mais espera, mais fila, nova amizade na fila (com uma novaiorquina, e pasmém! era ela legal. é que os pais são brasileiros :))

Chegamos em Amsterdan, no aeroporto Schipol. De trem, fomos para o centro da cidade e a pé até nosso hotel. Como é bom chegar!! Mesmo cansados da viagem, parece que respirar um novo ar, estar num lugar diferente, reconhecer lugares que vimos por fotos, dá uma revigorada tão boa! Aí fomos felizes com nossas malas seguindo o trajeto que a novaiorquina que era legal nos indicou. 





Continuação: Amsterdan